Curso História da Azulejaria de Lisboa, por Celso Mangucci

12, 19 e 26 de outubro; 2, 9, 16 e 18 de novembro 

2ª edição: 10, 17, 24 e 31 de out; 7, 14 de nov (18h-20h) e 18 de nov (15h-18h)

 Os programas iconográficos aplicados à azulejaria, desde os meados do século XVI até o final do século XVIII, fazem parte de uma prática persistente das artes plásticas produzidas em Portugal. Com frequência em combinação com outras artes, os azulejos figura vos responderam ao propósito de dotar a arquitetura de discursos traduzidos em imagens, com mensagens explícitas, de conteúdo moral, religioso ou político. 

Como não poderia deixar de ser, essa a atividade pictórica apoiou-se numa teoria artística com profundas raízes nas obras dos pensadores da época. 

O curso “Azulejos e Arquitetura”, promovido pelo Museu de Lisboa, pretende dar a conhecer as formas de ar articulação desses discursos teóricos e artísticos, nos quais colaboraram diversos profissionais, entre mestres ladrilhadores, pintores, iconógrafos e arquitetos, responsáveis por uma grandiosa produção nas olarias da cidade.

Nº horas: 15 horas

 

PROGRAMA COMPLETO AQUI. 

 

Inscrições e informações: 

Museu de Lisboa - Palácio Pimenta

Campo Grande, 245 | 1700 - 091 Lisboa

Tel: 217  513 200 | e-mail: info@museudelisboa.pt 

Propina: 40€ (inclui acesso à Quinta dos Azulejos)

Máximo 35 inscrições

50% - funcionários da CML e EGEAC; portadores do cartão ICOM; estudantes universitários

25% - Grupo de Amigos do Museu Nacional do Azulejo

 

Por CELSO MANGUCCI

Celso Mangucci nasceu em São Paulo e licenciou-se em Antropologia na Universidade de Campinas. Residente há muitos anos em Portugal, especializou-se na história da azulejaria portuguesa, com textos monográficos dedicados ao estudo da produção das olarias lisboetas, sobre o pintor de azulejo Valentim de Almeida e o mestre ladrilhador  Bartolomeu Antunes.  Colaborou  com  o  Museu  Nacional  do Azulejo  em  exposições  dedicadas  à azulejaria do século XVII e à chinoiserie na cerâmica portuguesa, e com a Fundação Calouste Gulbenkian no projeto de reedição da Azulejaria em Portugal no século XVIII, de João Miguel dos Santos Simões. É investigador convidado do Centro de História da Arte e Investigação Artística (CHAIA) da Universidade de Évora e da Rede de Investigação em Azulejo da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Prepara a sua tese de doutoramento sobre a azulejaria barroca dos colégios jesuítas, como bolseiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.