Júlio de Castilho e o Acaso da Olisipografia
15 Nov 2018 a 19 Mai 2019
Exposição temporária

Inauguração: 15 de novembro de 2018

Em 2019, passam 100 anos sobre o falecimento de Júlio de Castilho (1840-1919). Considerado o fundador dos estudos sobre Lisboa - que a tradição consolidou como olisipografia -, foi autor de importantes obras sobre a história da cidade, como Lisboa Antiga (1879 e 1884-1890) e A Ribeira de Lisboa (1893). Foi igualmente mestre de um conjunto de historiadores que seguiram o seu exemplo e se consideraram seus discípulos, como Augusto Vieira da Silva (1869-1951), cujo nascimento ocorreu há exatamente 150 anos.

 

Autor de uma obra dispersa, que esteve longe de se limitar à olisipografia, mas considerando a relevância de Júlio de Castilho para o moderno conhecimento sobre a cidade, o Museu de Lisboa – Palácio Pimenta dedica uma das suas salas a esta figura ímpar da nossa herança comum. Para além de espólio do acervo do Museu de Lisboa, a exposição conta com obras do Grupo Amigos de Lisboa e o apoio de outras unidades orgânicas da Câmara Municipal de Lisboa. Oportunamente será anunciado o programa de visitas guiadas e conversas associado a esta exposição.

 

De 16 de novembro de 2018 a 19 de maio de 2019, de terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada 17h30)

 

CONVERSAS 

16 de janeiro 18h : Mário Berberan e Santos "Gustavo de Matos Sequeira e Júlio de Castilho"

Gustavo de Matos Sequeira foi discípulo de Júlio de Castilho e coube-lhe a tarefa de proferir o elogio fúnebre no funeral do primeiro olisipógrafo (1919). Guiados por Mário Berberan e Santos, esta conversa permitirá descobrir os muitos pontos de contacto entre dois dos principais historiadores de Lisboa.

Por Mário Berberan e Santos (autor do livro Gustavo de Matos Sequeira: retrato de um olisipógrafo)

Na ocasião, os descendentes de Gustavo de Matos Sequeira entregarão ao Museu de Lisboa um retrato daquele historiador.

 

13 de fevereiro 2019 - Helena Lopes, Rui Matos - "O Jardim Júlio de Castilho. Génese, evolução e requalificação de um espaço urbano de memória olisipográfica (1929-2019)"

 

 

Nas conversas, a entrada é livre (sujeita à lotação do espaço)

 

Folheto da exposição pdf aqui