Júlio de Castilho e o Acaso da Olisipografia
15 Nov 2018 a 29 Set 2019
Exposição temporária

Em 2019, passam 100 anos sobre o falecimento de Júlio de Castilho (1840-1919). Considerado o fundador dos estudos sobre Lisboa - que a tradição consolidou como olisipografia -, foi autor de importantes obras sobre a história da cidade, como Lisboa Antiga (1879 e 1884-1890) e A Ribeira de Lisboa (1893). Foi igualmente mestre de um conjunto de historiadores que seguiram o seu exemplo e se consideraram seus discípulos, como Augusto Vieira da Silva (1869-1951), cujo nascimento ocorreu há exatamente 150 anos.

 

Autor de uma obra dispersa, que esteve longe de se limitar à olisipografia, mas considerando a relevância de Júlio de Castilho para o moderno conhecimento sobre a cidade, o Museu de Lisboa – Palácio Pimenta dedica uma das suas salas a esta figura ímpar da nossa herança comum. Para além de espólio do acervo do Museu de Lisboa, a exposição conta com obras do Grupo Amigos de Lisboa e o apoio de outras unidades orgânicas da Câmara Municipal de Lisboa. Oportunamente será anunciado o programa de visitas guiadas e conversas associado a esta exposição.

 

De 16 de novembro de 2018 a 29 de setembro de 2019, de terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada 17h30)

Inauguração: 15 de novembro de 2018

 

VISITA ORIENTADA

Dia 12, domingo, 15h30
>10 anos; entrada 3,00 euros, desconto 50% para seniores, desempregados e estudantes; marcação obrigatória (até dia 10 às 

14h): servicoeducativo@museudeli<wbr />sboa.pt;

 

CONVERSAS 

16 de janeiro 18h : Mário Berberan e Santos "Gustavo de Matos Sequeira e Júlio de Castilho"

Gustavo de Matos Sequeira foi discípulo de Júlio de Castilho e coube-lhe a tarefa de proferir o elogio fúnebre no funeral do primeiro olisipógrafo (1919). Guiados por Mário Berberan e Santos, esta conversa permitirá descobrir os muitos pontos de contacto entre dois dos principais historiadores de Lisboa.

Por Mário Berberan e Santos (autor do livro Gustavo de Matos Sequeira: retrato de um olisipógrafo)

Na ocasião, os descendentes de Gustavo de Matos Sequeira entregarão ao Museu de Lisboa um retrato daquele historiador.

 

 13 de fevereiro, 18 horas

O Jardim Júlio de Castilho. Génese, Evolução e Requalificação de um Espaço Urbano de Memória Olisipográfica (1929-2019)

Por Helena Lopes e Rui Matos

 

27 de março, 18 horas

Augusto Vieira da Silva - "a regoa e o compasso" na continuação dos estudos de Júlio de Castilho Por Elisabete Gama (Gabinete de Estudos Olisiponenses) 

 

10 de abril, sábado, 15h30

Conversa por Salete Salvado e Appio Sottomayor  

 

 

PERCURSO 

 

13 de abril, sábado, 15h30

Percurso Peregrinações por Lisboa

Ponto de encontro – Museu de Lisboa – Santo António                                

"Como esteio da Olisipografia o Museu propor no âmbito da homenagem a Júlio de Castilho, olharmos para outros olisipógrafos, como Norberto Araújo.

Guilherme de Oliveira Martins escreveu: “devemos agir como fizeram peregrinadores da cidade como Júlio de Castilho ou Norberto de Araújo – dando pistas para que o “dileto viajante” possa por si não só fazer a caminhada necessária, mas também descobrir o fio da meada numa extensão sempre incerta e inesperada.”

Propomos peregrinar pelos livros V e VI, que nos farão revisitar o Bairro Alto

>12 anos; entrada 3,00 euros, desconto 50% para seniores, desempregados e estudantes; marcação obrigatória (até 11 de abril, 14h): servicoeducativo@museudelisboa.pt

 

 

 

Nas conversas, a entrada é livre (sujeita à lotação do espaço)

 

 

 

Folheto da exposição pdf aqui