Planta do sítio do Aqueduto das Amoreiras

Carlos Mardel, João Inácio Dantas Pereira, Caetano de Sousa Andrade, Cláudio Gorgel do Amaral

c. 1735

Desenho a tinta-da-china e aguarela s/papel

Dim.: 425 X 400 mm

MC.DES. 475

Palácio Pimenta

Planta centrada no sítio das Amoreiras, é o primeiro projeto para a implantação da Mãe de Água das Amoreiras, mostrando a Fabrica das Sedas, então em construção, e o urbanismo e edificações do Largo do Rato e arruamentos confluentes

Ao longo do reinado de D. João V foram realizadas várias reformas pontuais na capital, decorrentes da necessidade de novas redes viárias e de melhoramentos ao nível de algumas infra-estruturas. Entre as diversas intervenções com alcance urbanístico, destaca-se a obra do aqueduto das Águas Livres e todo o programa de abastecimento de água à cidade. 

Deste projeto, ao qual estiveram ligados nomes como Manuel da Maia, Custódio Vieira e Carlos Mardel, chegaram até à atualidade alguns levantamentos topográficos com o traçado daquela estrutura monumental, bem como vários trechos de Lisboa, mostrando a implantação dos chafarizes ou da Mãe de Água das Amoreiras. Estas propostas integravam, no seu conjunto, o plano de valorização da “Lisboa Ocidental”.