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Os restos de animais em Olisipo: o que nos contam os ossos de animais em Lisboa

22 set 202118h

Participação gratuita com reserva obrigatória através de reservas@museudelisboa.pt ou 215 818 530

Simon Davis, biólogo, Cleia Detry e Ana Beatriz Santos, zooarqueólogas, apresentam a comunicação «Os restos de animais em Olisipo: o que nos contam os ossos de animais em Lisboa».

Nos últimos anos têm aumentado o número de estudos zooarqueológicos do período Romano em Lisboa, o que tem permitido conhecer um pouco mais da dieta dos romanos na Lusitânia, bem como das redes de comércio potenciais que alimentariam a região de Lisboa. Ainda assim, existem muitas incógnitas e novos projetos em curso pretendem ajudar a colmatar essas lacunas.
Os animais mais frequentemente utilizados na dieta são as espécies domésticas como a ovelha, cabra, porco e vaca, mas também temos a caça de veado, corço, javali, coelho e lebre. Temos ainda enterramentos de cães em necrópole, remetendo para contextos similares de outras cidades da Lusitânia. Também será interessante especular sobre o papel das villae romanas, do porto de Lisboa ou da introdução de novas raças.

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©José Avelar/Museu de Lisboa

À Mesa no Teatro Romano